O portfólio de trading da Revolut acaba de receber «mais de setenta empresas europeias cotadas em bolsa», que se juntam às «2200 empresas dos EUA» e a «mais de 150 fundos de índices cotados», os chamados ‘ETF’.
Esta é a primeira vez que a app tem empresas europeias – até agora, apenas era possível transaccionar acções de empresas dos EUA. Aqui, tal como acontece com todas as outras, também é possível «negociar acções fraccionadas», com um investimento mínimo de 1 euro – ou seja, não é preciso comprar uma acção completa, mas sim uma fracção da mesma.
A Revolut também sublinha que a negociação destas acções está «isenta de comissões dentro dos limites permitidos» e que as compras recorrentes também são uma opção.
Para já, a maioria das acções europeias que chegaram à Revolut são de empresas alemãs (Adidas, Carl Zeiss, Birkenstock, Beiersdorf) e não há qualquer opção de origem portuguesa.

Contudo, a fintech diz que, nas próximas semanas, vão ser adicionadas acções de marcas nacionais, assim como «francesas, italianas e espanholas». Assim, é natural que em breve seja possível comprar acções de empresas como a Galp, a EDP, a Novabase, a Jerónimo Martins ou a Mota Engil.